segunda-feira, 26 de março de 2012

Pela Liga Futsal, Krona e São José empatam em jogo emocionante

Neto empatou para o time do técnico Ferretti no último lance partida

Em jogo disputado na noite deste sábado em Joinville, a Krona empatou em 4 a 4 com o São José, no Ginásio da Univille, em jogo válido pela quarta rodada da primeira fase da Liga Futsal. Com o resultado, o time catarinense chegou a quatro pontos e ocupa a 12ª posição, enquanto os visitantes, com seis pontos, estão em nono lugar.

A Krona abriu 2 a 0 no placar com André e Pixote, aos nove e 18 minutos, mas o São José empatou com Rafa e Vilian, aos 28 e 29 minutos. O time da casa voltou a ficar na frente do placar um minuto depois com Pixote. No entanto, os visitantes não desistiram e conseguiram a virada com dois gols de Silva. Quando parecia que a vitória estava garantida, Neto empatou o jogo para a Krona no último lance.

O técnico Fernando Ferretti falou após o fim da partida.

- Poderíamos ter matado o jogo quando vencíamos por 2 a 0, mas acabamos cedendo o empate e recolocamos o São José no jogo. Depois disso foi um jogo de muitas emoções e quase perdemos, mas felizmente empatamos no último lance. Infelizmente a vitória não veio, mas seguimos pontuando e acredito em uma melhora com o deccorer das partidas - disse o treinador.


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sexta-feira, 23 de março de 2012

Krona quer vitória contra o São José para dar salto na tabela da Liga

Time do técnico Ferretti vem de triunfo fora de casa sobre o Minas

A Krona/Joinville/DalPonte busca sua segunda vitória na Liga Futsal contra o São José Futsal/ValSul Shopping neste sábado, às 19h, no Ginásio da Univille, em Joinville, pela quarta rodada da competição.

O time catarinense vem de vitória por 5 a 3 sobre o Minas, em Belo Horizonte, e quer mais um triunfo para decolar na tabela. Atualmente, a equipe do técnico Ferretti ocupa a 12ª posição com três pontos, enquanto o rival é o sexto, com cinco pontos.

- Nosso time está pegando o ritmo da competição e acredito que vamos melhorar muito o desempenho nas próximas rodadas. Uma vitória provavelmente irá nos colocar entre os dez primeiros da Liga, mas sabemos que vai ser um jogo difícil, pois eles estão invictos e tem uma boa equipe - disse Ferretti.

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Krona/Joinville vence a primeira na Liga em jogo cheio de emoções

Time do técnico Fernando Ferretti bateu o Minas fora de casa por 5 a 3

A Krona/Joinville/DalPonte conseguiu sua primeira vitória na Liga Futsal 2012 ao bater o V&M Minas por 5 a 3, na noite desta segunda-feira, na Arena Vivo, em Belo Horizonte, em jogo válido pela terceira rodada da primeira fase da competição.

O time da casa abriu o placar com Dieguinho, mas Vander Carioca empatou e o placar do primeiro tempo terminou empatado. Logo no início do segundo período, Dieguinho voltou a colocar o Minas na frente, mas a Krona chegou novamente ao empate 30 segundos depois com Murilo. Leco, aos 30 minutos, deixou a equipe catarinense na frente, mas os mineiros empataram um minuto depois com Wender.

A Krona desempatou a partida aos 35 minutos com um gol de Ricardinho e decretou o placar final aos 39, através de Pixote. O técnico Fernando Ferretti falou após o final da partida sobre o triunfo da equipe.

- Conseguimos nossa primeira vitória em um confronto muito difícil, decidido nos detalhes e apenas no final da partida. Isso foi uma demonstração do que vai ser essa Liga Futsal, equilíbrio do início ao fim e em todas as partidas. Fico feliz por essa vitória, pois nos dará moral para os próximos jogos - disse Ferretti.


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domingo, 18 de março de 2012

Ferretti quer recuperação da Krona após duas derrotas na Liga

Time catarinense enfrenta o Minas em Belo Horizonte nesta segunda-feira

A Krona/Joinville/DalPonte não começou bem a Liga Futsal e foi derrotada nas duas rodadas iniciais para o Jaraguá e Intelli/Orlândia. Nesta segunda-feira, o time comandado pelo técnico Fernando Ferretti enfrenta o Minas, às 19h30min, na Arena Vivo, em Belo Horizonte, pela terceira rodada da primeira fase da competição nacional. O treinador espera que o time se recupere.

- Não é o início de competição que esperávamos, mas temos de seguir em frente para conseguir logo a primeira vitória e tirar esse peso das costas. Temos uma equipe muito qualificada e acredito que as vitórias vão acontecer naturalmente. Estamos trabalhando duro e a recompensa logo irá chegar - disse Ferretti.

A Krona ocupa a 17ª colocação e ainda está sem pontuar, enquanto o Minas, com três pontos, está em 13º lugar.

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sexta-feira, 16 de março de 2012

Na estreia de Vander Carioca, Krona visita a Intelli


Técnico Fernando Ferretti confia em bom resultado para se recuperar de derrota na estreia

A Krona/Joinville/DalPonte enfrenta a Intelli/Orlândia neste sábado, às 18h, no Ginásio Maurício Leite Morais, pela segunda rodada da Liga Futsal, em busca da recuperação na competição e contando com a estreia do pivô Vander Carioca.

O time catarinense perdeu na estreia por 2 a 1 para o Jaraguá e o técnico Fernando Ferretti sabe que terá outro adversário duríssimo neste sábado.

- O time teve uma estreia ruim e jogou abaixo do que pode render, mas isso já faz parte do passado. Vamos jogar contra uma das equipes favoritas ao título, em uma quadra que tradicionalmente é difícil de jogar e com uma pressão grande da torcida. Será um ótimo teste para nosso time - disse Ferretti.

O treinador da Krona poderá contar com a estreia do experiente pivô Vander Carioca. Ferretti falou sobre o jogador.

- Trabalhamos juntos na Seleção Brasileira e conquistamos o Mundial em Taiwan. Logo em seu primeiro treino aqui deixou todos satisfeitos. É um jogador que vai nos ajudar muito pelo seu posicionamento, faro de artilheiro, além de ser extremamente gente boa - finalizou Ferretti.

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Fernando Ferretti é o novo cliente da Marca Assessoria


Treinador do Krona/Joinville/DalPonte é o mais vitorioso do futsal nacional

A Marca Assessoria tem o prazer de informar que Fernando Ferretti, treinador do Krona/Joinville/DalPonte, é o novo cliente da empresa. Com isso, estamos à disposição para agendamento de entrevistas, sugestões de pautas e/ou dúvidas.

Ferretti: uma lenda do futsal brasileiro
Fernando Ferretti é um dos treinadores mais importantes da história do futsal nacional. E seu número de conquistas é impressionante. Ele é pentacampeão da Liga Futsal, pentacampeão do Sul-Americano de Clubes, faturou 11 Taças Brasil e oito Campeonatos Catarinenses.

Ferretti comandou a Seleção Brasileira e também ganhou vários títulos. O técnico ajudou o país a conquistar o Mundialito, Copa das Nações, bicampeão da Copa Latina de Futsal, entre outros canecos.

Ferretti asumiu o Krona/Joinville/DalPonte este ano e já conquistou um título importante, a Superliga Futsal. Mais desafios vem por aí!

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Inscrições abertas para 12ª edição de estágio para treinadores de Futsal com o técnico do Santos FC, Fernando Ferretti


Estão abertas as inscrições para a 12ª edição do curso do técnico da equipe de Futsal do Santos FC/Cortiana Plásticos, Fernando Ferretti, para treinadores da modalidade. Durante o estágio, que será realizado entre os dias 21 e 30 de julho, o comandante santista trará aos professores palestras e os levará ao dia-a-dia do time de Falcão e Cia.

Será a segunda vez que o curso será ministrado em Santos (SP). Em janeiro, cerca de 65 pessoas participaram da atividade realizada em treinamentos na Arena Santos, no Centro Universitário Lusíada e no CT Rei Pelé.

“São mais de 500 profissionais da área, que vieram aperfeiçoar seus trabalhos neste curso. Posso dizer que os resultados nestas 11 edições foram muito satisfatórios para todos”, disse o treinador santista.

As inscrições e as informações sobre custos, hospedagem e metodologia do curso para treinadores de Futsal do técnico Fernando Ferretti podem ser obtidas na página: www.ferrettifutsal.com

terça-feira, 15 de março de 2011

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO


O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADOJô Soares
O material escolar mais barato 
que existe na praça é o
PROFESSOR!É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!



 


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Estágio Santos F.C. - Janeiro 2011 - Participantes Confirmados

Estágio Santos FC – Janeiro 2011 - Participantes Confirmados

1.   Alex Silva Costa – Vitória da Conquista/BA
2.   Alexandro S.Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ
3.   Aline Machado – Cel. Fabriciano/MG
4.   André Fabiano Barreto – Pouso Alegre/MG
5.   André Farias M. Roseware – Fortaleza/CE
6.   Aparecido Wagner Barbosa/SP
7.   Diandra da Cruz Pereira / PR
8.   Eric Leão – Santo André/SP
9.   Fabio Rabelo Costa – Morada Nova/CE
10.Fabio Miranda Félix – Angra dos Reis/RJ
11.Felipe Cass Pacheco – Rio de Janeiro/RJ
12.Flavia Patricio Massagardi – S.Caetano do Sul/SP
13.Glaucio Souza Rodrigues – Caxias/MA
14.Itamar Bauermann Nielsen / RS
15.Ivan Ribeiro dos Santos – Pontal/SP
16.José Carlos Barroso Silveira – Porto Feliz/SP
17.José Luis Brochier – RS
18.José Valdir Ribeiro – Guarapuava/PR
19.Leandro Cleverson de Oilveira – Maringá/PR
20.Luis Augusto Bacalon – Morro Agudo/SP
21.Mariana M.M. Souza – Bela V.de Minas/MG
22.Mario José Barbosa Junior – Hortolândia/SP
23.Morgana da Correjo Schimitz – Mafra/SC
24.Ramon Alberto Schimitz – Estância Velha/RS
25.Roberley Camara de Assis – Manaus/AM
26.Rogério Chiarotti – Morro Agudo/SP
27.Sandro Pacheco da Silva / RS
28.Vinicius Soares Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ
29.Wesclay José de A. Santos – Aracajú/SE

Se você fez a inscrição e seu nome não aparece nesta lista,favor fazer contato com o Prof. Fernando Ferretti pelo e.mail ferrettifutsal@hotmail.com ou pelo tel. (47) 7811.6478

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Escanteio prega as suas surpresas


                                                                                                                           Prof. Fernando Ferretti
                                                                                                                                            Santos F.C.
                                                                                                                                CREF 3.000-G/SC


Neste domingo passado, dia 05 de dezembro vimos pela TV o Corinthians (SP) sagrar-se, aliás, merecidamente, campeão da Taça Brasil de Clubes em Jaraguá do Sul – SC.
Numa partida equilibradíssima (4X3) os paulistas bateram os gaúchos da ACBF de Carlos Barbosa. Os derrotados tiveram uma grande atuação e depois de estar perdendo por 4 X 1 ,estiveram muito perto de conseguir o empate e forçar a prorrogação,não fosse um pequeno- grande detalhe.Tomaram dois gols de escanteio e devem estar se lamentando até agora.
Isto porque, dentro do raciocínio médio da maioria dos treinadores, tomar gols de escanteio e ainda mais numa final, e principalmente num placar tão apertado, é inadmissível.
Ééé.....e não é !!! Vejamos por que:
Em primeiro lugar, na cobrança de escanteio existe uma supremacia numérica considerável da defesa contra o ataque, pois são cinco defensores contra três atacantes. O goleiro do time  atacante, está longe e o cobrador não podem nem devem fazer gol direto. Então porque sai tantos gols em cobrança de escanteio?
Porque aos defensores é impossível controlar bola e o homem a ser marcado, ao mesmo tempo. A bola estará sempre fora do campo visual do marcador ou este perderá o atacante para controlar a bola. As duas coisas ao mesmo tempo são difíceis e em alguns momentos impossível. Por isso três atacantes vivem levando vantagem sobre cinco defensores e os gols saem,como saíram na final.
Se entendermos este conceito, a marcação homem feita no escanteio pelos gaúchos deixaram o goleiro e o marcador deste “vendido” e em dois gols idênticos.
Em segundo lugar, o que faz o marcador da primeira trave (o que deveria proteger o goleiro) quando se coloca perpendicular a linha de fundo? Eu respondo: Quase nada.
A imensa maioria dos passes nas jogadas de escanteio, não tem o destino da primeira trave e sim o centro da área ou os chutes de aproximação para a segunda trave ou ainda aos voleios de média e longa distância. Então quanto mais o homem da primeira trave na diagonal ficar, mais ajuda a defesa e ao goleiro. Talvez hoje o pessoal da ACBF não estivesse se lamentando. Claro que o Keké(autor de dois gols de escanteio) revelou ser um jogador que treina a jogada, além de ser forte e com presença na área,razão pela qual não pode estar sozinho com seu marcador, pois nos dois lances “atropelou” os marcadores (Marcenio e Sinoê). Se tivesse havido uma preocupação coletiva da defesa em marcar o excelente pivô, este teria menos chances de anotar.
Então é isso: Marcação homem no escanteio é pedir para tomar o gol e o homem da primeira trave esqueça a linha de fundo e feche diagonal.
E você que tem a paciência de me ler....o que acha.Concorda? Discorda? Espero sua opinião.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Estagio Fernando Ferretti para Treinadores de Futsal 2011 - Santos FC


 Informamos que se encontram abertas às inscrições para o Estágio Supervisionado para Treinadores de Futsal junto à equipe Santos F.C. - Futsal, a realizar-se no período de 27 de janeiro a 05 de fevereiro de 2011.
 DAS INSCRIÇÕES:
 Abertas a todos os interessados, brasileiros ou estrangeiros, que devem preencher ficha de inscrição no site www.ferrettifutsal.com – Seção Estágio para Treinadores.
Feito isso, devem providenciar o pagamento da inscrição no valor de R$ 990,00 (novecentos e noventa reais) ou querendo, parcelar em duas vezes sem juros, pagando um mínimo de R$ 495,00 (quatrocentos e noventa e cinco reais) e enviar comprovante do pagamento para ferretti@ferrettifutsal.com . Os R$ 495,00 restantes poderão ser pagos na chegada a Santos – SP, no dia da abertura do evento, 27 de janeiro de 2011.
Os pagamentos parcelados deverão ser identificados pelo depositante na hora da transação, facilitando a identificação dos participantes.
O que garante a vaga é o pagamento de pelo menos R$ 495,00 e o preenchimento correto da ficha de inscrição,informando quais refeições deseja. Uma vez confirmado o pagamento o Estagiário receberá um e.mail  sua vaga, as instruções de chegada a Santos – SP e o conteúdo programático do Estágio.

Depósitos para Bradesco  Agência 0356-5 (Jaraguá do Sul – SC), conta corrente 0545037-3 em favor de Fernando Luiz Leite Cardoso Coelho – CPF 402.852.197 / 15.

Os Estagiários devem portar todos os recibos de pagamentos feitos, ao chegar a Santos-SP no dia 27 de janeiro de 2011, para apresentá-los quando for solicitado. Eventuais dúvidas serão esclarecidas pela apresentação dos documentos.
 O valor pago dá direito ao Estágio, alojamento por 09 noites na novíssima Arena Santos e a uma camiseta alusiva ao evento.
Todos os Estagiários deverão trazer OBRIGATÓRIAMENTE, roupa de cama para verão intenso.
A alimentação corre por conta do Estagiário. Teremos um prestador do serviço no refeitório da Arena Santos, ao valor de R$ 8,00 pelo café da manhã, R$ 11,00 pelo almoço e R$ 11,00 pelo jantar. Favor informar se deseja e quais as refeições, quando preencher a ficha de inscrição no site.
As despesas de viagem do Estagiário para Santos – SP correm por conta do interessado.
 O certificado de participação tem a chancela do Santos F.C. / Futsal  e Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) correspondendo a 60 (sessenta) horas de estudo.

O estágio compreende:
1 ) Observações de Campo (Arena Santos) – Orientação dos trabalhos  físicos,técnicos e táticos feitos com a equipe ,estando o profissional da CT do Santos FC que ministrou o referido treinamento, pronto para questionamentos do tipo : porque faz e como se faz.
2) Consulta e aprendizagem sobre Estrutura e Funcionamento do Clube com a equipe administrativa.
3) Palestras diárias de 90 minutos,no auditório do Conselho Deliberativo do  Santos FC - Rua Princesa Isabel – Estádio da Vila Belmiro, com assuntos de interesse dos Estagiários, como os exemplos que estão abaixo.

AVISOS IMPORTANTES:
 - Número de Vagas limitadas a 80 (oitenta) inscritos,  nossa capacidade máxima de acomodação, sendo respeitado rigorosamente a ordem de chegada dos e.mails , informando pagamento da primeira parcela que é a ação que efetivamente garante a vaga do Estagiário.
 - A Organização se reserva ao direito de cancelar o referido Estágio, caso não haja o número mínimo de inscrições,fixado em 20 (vinte) participantes. Em caso de cancelamento do evento, todos os valores pagos serão devolvidos aos inscritos.
 - Em caso de dúvidas, faça contato com o Prof. Fernando Ferretti – Coordenador do Estágio – pelos telefones (47) 7811.6478 – Nextel ID 7*37691 ou (47) 3121.9376.
- Estagiários residentes nas proximidades de Santos – SP e/ou que não desejarem hosperdar-se na Arena Santos, NÃO terão nenhum tipo de desconto no valor do investimento para participar do evento.
         

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ESTIMADO

Treinamento para Goleiros de Alto Nível no Futsal
Fatores Intervenientes na Formação Técnico Tática do Atleta de Futsal
Sistemas de Defesa 
Jogadas de Bola Parada – Jogo do Goleiro Linha na defesa e no ataque.
Projetos de Marketing no Futsal – Estrutura e Funcionamento das Equipes de Futsal 
Sistemas de Defesa – Linhas de Pressão e Marcação Quadrante
Parâmetros da Preparação Física no Futsal 
Práticas e Rotinas no serviço de rouparia e almoxarifado no Futsal
Jogos de Sustentação Tática
Resistência de Velocidade 
A Importância das Capacidades Coordenativas na Formação do Atleta de Futsal 
Rotinas do Massoterapeuta numa Equipe de Futsal
Visita guiada ao Serviço de Fisioterapia/Fisiologia   
Sistemas de Ataque

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Segredos de um gênio chamado Ferretti

Poucas competições do esporte brasileiro são tão difíceis quanto a Liga Futsal. Ela é a mistura perfeita de craques, times, viagens, torcidas, e outros tantos ingredientes que a fazem tão especial para quem vive seu cotidiano, e também para aqueles que acompanham apenas “zapeando” o televisor.
São quinze edições de pura emoção, e ao longo deste período algumas figuras ficaram marcadas dentro e fora das quatro linhas. Uma delas, talvez a mais interessante de todas, é um carioca de cinquenta e seis anos, capaz de mudar o rumo de uma partida em um pedido de tempo. Um verdadeiro gênio para montar estratégias e tirar o máximo de seus comandados. Seu nome é Fernando Luiz Leite Cardoso Coelho, ou simplesmente Fernando Ferretti.
Ferretti chega com a Malwee/Cimed à sua sexta final consecutiva da competição mais importante do futsal brasileiro, e como ele deixa muito claro, nada é por acaso. “Isso se deve ao profissionalismo de todo o grupo, atletas, comissão técnica e diretoria. Desde 2001, na fundação da equipe, a missão sempre foi estar em todas as finais. Os mais de 50 títulos alcançados em 10 anos foram consequência deste foco em ser finalista. Aliás, desde o início todo mundo entendeu o básico: só se é campeão se chegar à final.”
Mas este ano, principalmente, para chegar à final o time jaraguaense precisou saber a hora certa de dar o seu máximo, além de passar por cima do descrédito que o rodeou durante as primeiras fases da Liga. “No desporto de rendimento, o pulo do gato é saber preparar-se para os momentos decisivos. O descrédito súbito, tanto quanto a glória fácil, fazem parte dos que não acompanham o dia a dia de grandes equipes como a nossa. Escuto isso em algum momento da temporada há 10 anos. Já estou acostumado. O crescimento acentuado da equipe se deve ao fato de que nosso grupo aprendeu a ganhar quando realmente é necessário ganhar.”
E sobre a sexta final que começa a ser decidida na próxima terça-feira, 16 de novembro, em Marechal Cândido Rondon (PR), frente ao Copagril, Ferretti fala sobre o que sua equipe já alcançou até o momento e também sobre um virtual favoritismo que viria motivado pelo retrospecto. “Vivemos numa cultura em que os campeões são tudo e o vice, nada. Não é bem assim. Seis finais em seis anos é um feito memorável, mas estamos pensando em ir mais adiante. Não acredito em retrospecto em nenhum esporte, e menos ainda no futsal, que é o esporte onde a zebra passeia solta. Não podemos perder o foco numa equipe que eliminou o time com melhor campanha e que jogava o melhor futsal da Liga 2010.”
Com tantas finais, títulos e histórias, o técnico fala sobre o que ainda falta após tantos anos entre os melhores. “A realização de qualquer treinador, o que referenda qualquer trabalho, são vitórias e títulos. Vencer não cansa nunca, nem é suficiente. O que falta é seguir vencendo nas temporadas seguintes, porque um título é diferente do outro.” E finaliza contando para nós, simples mortais, o que muda em cada uma de tantas finais: “É aquela adrenalina na expectativa de mais um título. Às vezes ele vem, mas nem sempre, o que faz parte do jogo. Importante é não se arrepender daquilo que não se fez, que não se tentou...”

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS SUBSTITUIÇÕES NO FUTSAL

No Futsal moderno está muito claro o conceito de plantel total, ou seja, é seu grupo de 12 jogadores no conjunto de toda a partida quem vai determinar o bom rendimento de sua equipe ou mesmo o fracasso dela.

Já sabemos que os jogos e os títulos não se ganham com só 5 ou 6 jogadores,ao contrário quanto mais atletas em boas condições de participar ,maior a chance de alcançarmos os triunfos.

Didaticamente podemos definir algumas razões pelas quais um treinador se vê obrigado a fazer uma substituição durante uma partida, definindo e comentando cada uma delas.

Senão vejamos:

1) Sistema 4 por 4 de substituições – independente do andamento da partida e do resultado parcial a cada período de tempo ,saem 4 jogadores e entram outros 4 jogadores. Este tempo, geralmente varia entre 3 e 7 minutos de jogo dependendo do treinador que o utiliza.

- Ideal para ser usado contra equipes inferiores física e/ou taticamente naquele jogo em você sabe que tem grandes chances de vencer.

Falo apenas em “grandes chances” porque o Futsal é o esporte das muitas supresas. Já foi objeto de estudo num outro artigo as diretrizes pelas quais montamos as duas formações considerando as características de cada jogador e o momento do jogo (andamento do cronômetro e placar a favor ou contra) fazendo as formações ficarem mais ofensivas ou defensivas. Usado também para fazer “rodar” todo o plantel num jogo sem grande desgaste pois o atleta que mais atuaria estaria em quadra no máximo, 20 minutos (10 em cada tempo de jogo).

2) Sistema de Titularidade – Usado pela maioria dos treinadores, considera 5 titulares e os eventuais reservas numa escala de valores e por isso numa ordem de entrada segundo grau de aproveitamento e eficácia do atleta dentro do plantel.

Costumo dizer que um plantel que trabalha segundo este regime tem quatro sub grupos bem identificados que são: Titulares (quem começas as partidas), Imediatos (que logo estão a substituir os titulares), os de Situação (demoram um pouco mais a entrar, mas a participação é em situações específicas como estar numa falta,fazer uma marcação especial,etc...) e a famosa “Baba” ( grupo de jogadores do fundo do plantel que quase sempre estão fora dos 12 que iniciam as partidas).

O treinador assim trabalha a prontidão de uns poucos (6,7 ou quem sabe 8 atletas) e deixa os outros nem sempre prontos para a “luta”.A função de quem comanda é motivar quem está fora e fazer, dentro do grupo, uma competição interna de forma que todos tenham oportunidade e como se treina a equipe (exercícios muito participativos para todos) é muito importante.

Outros fatores secundários são considerados e são comuns as duas formas citadas, tais como:

- rendimento técnico tático

- rendimento físico

- lesões

-alteração da forma de jogar depois de ter um jogador expulso

-necessitar ser mais defensivo

-necessitar ser mais ofensivo.

Mas o que queremos destacar neste pequeno ensaio, é que uma das variantes mais importantes para o sucesso das substituições nas partidas são as chamadas “entradas casadas” ou seja, aproveitar sua melhor formação contra aquela considerada a pior do adversário.

Como citamos acima, se vence uma partida no conjunto do tempo jogado e não pela formação “titular”.Observar e aprender quando o adversário é obrigado a descansar seus melhores atletas e ai explorar suas fragilidades.

Destacar um atleta para entrar “casado” com um adversário de destaque (ex: nosso fixo contra o pivô adversário) tendo, portanto alguém sempre descansado contra o adversário que acabou de descansar.

Claro que seguir alguém toda quadra durante todo o tempo é impossível, mas se seu atleta está treinado para fixar-se na missão ela tem muito mais chance de ser cumprida com sucesso.

Pense nisso e até breve...........

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Treino é jogo, jogo é treino

Talvez o grande problema para se entender a ação tática, seja devido ao fato de que quando se fala em tática aqui no Brasil, sempre se associa à esquema tático (sistema tático, ou plataforma tática)
Certa vez, já há algum tempo escrevi uma crônica pedagógica dizendo: “Treino é treino, jogo é jogo! Este é um dos adágios populares mais alardeados meio futebolístico. Jornalistas, técnicos, jogadores, torcedores... Já escutei esta frase de todos eles. Contudo, o problema não se resume no reproduzir este ditado, mas em acreditar nele. Esta máxima popular, se levada ao pé da letra, me permite concluir que não tem sentido treinar.
Se o treino é circunscrito em si, ou seja, tem um fim nele mesmo, não mantendo relação com o jogo, treinar passa a ser apenas ocupação de tempo ocioso antes do jogo, pois o mesmo não prepara os jogadores para enfrentar os problemas do jogo. Volto a dizer no futebol os treinos e seus objetivos são, na maioria das vezes, banalizados (repetidos porque sempre foi assim). Pode-se dizer isto no sentido de que os mesmos não se preocupam necessariamente em manter uma relação com o acaso e as exigências presentes no jogo. Nos treinos reina a previsibilidade; no jogo impera a imprevisibilidade.”
Infelizmente, este é um tema recorrente (e o será ainda por um tempo; tenho consciência disto), pois como Mary Lippitt, presidente da Enterprise Management e autora de “The Leadership Spectrum”, adverte: “O difícil não é implementar novas idéias na cabeça das pessoas, mas sim retirar as antigas”.
O método tecnicista ainda é poderoso, ou melhor, está fortemente arraigado no inconsciente coletivo, para utilizar um tema Jungiano. Até naqueles que começam a entender as propostas advindas das novas tendências em pedagogia do esporte, algumas verdades tradicionais parecem intocáveis.
Por exemplo, há uma grande dificuldade em compreender como é possível ensinar e aperfeiçoar a técnica dentro do contexto de jogo, ou como se teoriza, ensinar a técnica por meio da ação tática.
Talvez o grande problema para se entender a ação tática, seja devido ao fato de que quando se fala em tática aqui no Brasil, sempre se associa à esquema tático (sistema tático, ou plataforma tática).
Tática, segundo as teorias em pedagogia do esporte, diz respeito aos meios de ação desencadeados pela circunstância lógica do jogo. Assim, ao treinador cabe pensar a estratégia (que pode englobar a busca pela utilização de alguns meios táticos) e sempre ao jogador a ação tática, pois dependerá dele na sua interação sistêmica com as intenções de companheiros e adversários mediante ao desencadeamento das situações do jogo.
Desta interação emergem as ações denominadas táticas, e para realizá-las o jogador se valerá de suas habilidades (que abarcam a técnica – os fundamentos específicos). Logo, fica evidente que as habilidades exigidas são consideradas abertas (técnicas abertas), pois as ações não podem ser previsíveis.
Sendo assim, o passe certo não é mais determinado por sua tese biomecânica, mas sim por seu resultado: se o companheiro conseguiu receber a bola (de preferência após abrir linha de passe) e dar continuidade ou finalidade na jogada.
Deste modo, num jogo de Bobinho, por exemplo, o passe (técnica) é determinado pela ação tática do jogador. Ação esta que dependerá das circunstâncias (contextos) que emergem do jogo (interação entre os jogadores, as condições externas e as regras do jogo). Logo, é pela tática (ação lógica; razão de fazer) que a técnica (gesto; modo de fazer) acontece e se aperfeiçoa.
Auxiliado por Julio Garganta e José Oliveira na busca por referendos as afirmações levantadas: “A táctica exprime-se por comportamentos observáveis e não dependem do livre-arbítrio. Ela decorre de um processo decisional metódico regulado por normas, que dependem de um certo grau de consciência pressupondo informação e conhecimento. Este conhecimento refere-se (1) aos sujeitos da acção, ou seja aqueles que se enfrentam, (2) às condições em que se desenvolve o confronto, (3) à relação intrínseca com os objetivos, (4) ao caráter sistemático reflectido nos planos e alternativas para a resolução dos problemas colocados.”
Portanto, a partir desta reflexão posso entender o que se pretende com a chamada periodização tática e mesmo com a metodologia integrada, ou com a utilização dos meios táticos como referências para treinos e diversificação das plataformas táticas nos processos de especialização. Além da proposta apresentada para a iniciação, defendida pelo professor João Batista Freire, no livro “Pedagogia do Futebol”, a qual parte da tese da pedagogia da rua.
Contudo, mais uma vez encontro argumentos para a transformação definitiva do adágio popular “Treino é Treino, jogo é jogo”, substituindo-o pelo ressiginificado: “Treino è jogo, jogo é treino”.
Para interagir com o autor: alcides@universidadedofutebol.com.br

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Para Viver Bem

Vi este texto na internet e resolvi partilhar com quem tiver paciência para ler.Vale a pena.

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.

5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.

9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.

12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.

14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.

15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe Deus nunca pisca.

16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.

18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.

19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...

23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.


26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todos.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.

32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva...

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.

35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.

38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.

39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares. 40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor está por vir.

43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.

44. Produza.

45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um “presente”.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Treino Tático

Não podemos creditar apenas ao treino físico, carga ou desgaste, metabólico ou neuromuscular, como se em um treino tático a dimensão física deixasse de existir!
Em um momento específico de sua história, a preparação desportiva do futebolista deparou-se com uma encruzilhada que definiria, posteriormente, décadas de um modelo de trabalho seguido à risca por treinadores, preparadores físicos e assistentes técnicos – modelo esse, que até hoje desponta como norte, especialmente no Brasil.Os treinamentos “técnicos, táticos, físicos e psicológicos”, foram e têm sido, por muito tempo, fragmentados em partes isoladas, na expectativa de que somadas, pudessem resultar no “todo”, no bem “jogar” futebol.O fato é que o desempenho do jogador de futebol é transdimensional, e isso quer dizer que suas dimensões, física, tática, técnica e psicológica, estão fortemente e intimamente relacionadas, de maneira que a separação delas (das dimensões) deve ter apenas caráter didático, e não prático-aplicado.Não é possível creditarmos, por exemplo, apenas ao treino físico, carga ou desgaste, metabólico ou neuromuscular, como se em um treino tático a dimensão física deixasse de existir e todos os processos fisiológicos e bioquímicos ficassem suspensos até que, formalmente, o chamado “treino físico” acontecesse.Da mesma forma, o desempenho do jogador em jogo está determinado por uma série de decisões que ele toma, expressas pela maneira como age. Então, as suas ações em campo são respostas as situações-problema do jogo (situações-problema que são integralmente físicas, táticas, técnicas e psicológicas), e só são possíveis (as respostas) se o jogador estiver preparado “física-tática-técnica-psicologicamente” ao mesmo tempo para manifestá-las.Então, se reforçamos a ideia de que a dimensão tática (por exemplo), separada da física, da técnica ou da psicológica é apenas um recurso didático para auxiliar na compreensão do jogo de futebol como “todo”, devemos destacar, que, é preciso sim e também, conhecer cada uma delas (das dimensões) em suas particularidades – sobre isso, inclusive, Morin (1982) cita Pascal para dizer que é impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, bem como conhecer o todo sem conhecer particularmente as partes. Outra coisa a se destacar é que, sendo o desempenho do jogador de futebol transdimensional, torna-se mais do que necessário que o treino tático (que é um dos objetos desse texto), a partir dos seus conteúdos, seja concebido como algo integrado as demais dimensões que expressam o desempenho do “jogar” futebol.Mas, se por um lado, parecem estar na ponta da língua quais são os conteúdos físicos (força explosiva, velocidade, etc.) ou técnicos (passe, drible, desarme, etc.) do jogo, por exemplo, onde estariam e quais seriam os conteúdos táticos que correspondem ao futebol?E, como se essa já não fosse uma pergunta de interessantes respostas, outra ainda mais ácida: como integrar transdimensionalmente (e não multidimensionalmente e nem interdimensionalmente) esses conteúdos (táticos, físicos, técnicos, psicológicos) e construir o treino?Quando compreendermos as respostas para essas questões, sentiremos como se houvéssemos descoberto o “passe” secreto de uma mágica; ela quase fica sem graça (só não fica totalmente, porque não sabemos se nós, como o mágico, também conseguiríamos) e, no final, pensaremos; “como poderia ter sido diferente”...Para interagir com o autor: rodrigo@universidadedofutebol.com.br

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A dimensão das quadras e a qualidade do treinamento no Futsal

A algum tempo atrás, escrevemos que a variação de tamanho das quadras no Brasil ,foram e continuam sendo determinantes para melhorar as qualidades técnicas e cognitivas de nossos atletas de futsal.

Esta versatilidade para jogar e bem, em distintos espaços é um diferencial para a qualidade de nosso jogador.

Em contraposição ao que diz a FIFA desde 1990,aumentar o tamanho das quadras (até 42 metros) não é garantia de melhorar o espetáculo.Claro que muita coisa boa trouxe para o futsal,a entidade mor do futebol.

Eu mesmo,pude testemunhar por tres vezes,em tres campeonatos mundiais a organização da FIFA a serviço do futsal.As mudanças de regras,na maioria das vezes,foram determinanates para um jogo,que realmente virou um espetáculo.

Mas daí a dizer que quadra grande aumenta a qualidade do jogo,é absurdo.
Dependendo do adversário,vira aquele jogo de handebol em que se acaba de atacar (quando se ataca !!!!!) e se corre para a defesa,achando que defender bem é colocar todo mundo na frente da área.

Dou toda esta volta para relatar uma experiência que tenho relaizado aqui na Malwee,já a algum tempo,e que convido todos a repetir.

Duas vezes`por semana em média, retorno ao nosso antigo ginásio no Parque Malwee para treinar.Apesar de ser uma quadra de medidas fora do padrão para a Liga Futsal (35x17),observo que a velocidade ofensiva de nossa equipe tende a melhorar,usando espaços menores para treinar.Isto se deve ao fato que a defesa mais concentrada em um espaço menor,passa a exigir mais do ataque que tem que combinar velocidade de passe e retenção de bola para funcionar,ao ser permanentemente pressionado.

Aliás,se levarmos em conta os conceitos modernos que o Futebol usa,ao reduzir os espaços para treinar ,veremos que esta premissa no Futsal também pode ser verdadeira.Se o local do jogo é 40x20 porque não voltarmos a treinar na quadra menor visando o aprimoramento defensivo e ofensivo ? A idéia que desenvolvemos aqui na nossa Malwee é treinar pelo menos 2 vezes por semana na quadra menor.
E você,o que acha ? Aguardo sua opinião........

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Da nossa impaciência com os Treinadores - Décio Lopes / Expresso da Bola

Demitir treinadores não é a melhor opção para clubes bagunçados, sem estrutura, sem estabilidade, sem dirigentes profissionais e honestos. A frase já virou lugar-comum e concordo com os mais otimistas: o futebol brasileiro evoluiu neste ponto de uns tempos para cá. Já não se trocam mais de técnicos como quem troca de roupa. Embora a tolerância ainda seja bem pequena e a saída seja sempre muito conveniente ao cartola que, assim, acha outros culpados para o seu fracasso na hora de contratar, planejar e estruturar.
Muito bem, de todo modo, enquanto ainda ouço diversos rumores de que determinados treinadores não resistirão a mais duas ou três rodadas no Brasileirão, dou de cara com alguns dados que ainda têm a capacidade de me estarrecer. Por exemplo? Abri hoje o excelente “Guia Placar 2008/2009 Europeus”. Lá, nas fichas dos treinadores dos principais clubes do velho mundo (e atualizando mentalmente já com os resultados da mais recente temporada), veja só o que eu observei:
* Rafa Benitez, o big boss do Liverpool, tem 5 Ligas Inglesas no currículo. Sabe quantas venceu? Nenhuma.
* Arséne Wenger, que manda e desmanda no Arsenal, tem 14 campeonatos nacionais disputados pelo clube. Ganhou 3. Perdeu, portanto, 11. Sem cair.
* Carlo Ancelotti, que trocou o Milan pelo bilionário Chelsea, deixou para trás 13 Ligas Italianas, disputas por 3 clubes diferentes. Sabe quantas ele ganhou? Uma. E olhe lá…
* O mítico Claudio Ranieri tem 9 campeonatos nacionais italianos em seu currículo, comandando 5 equipes diferentes. Cheio de moral no país da bota, ele nunca levantou o scudetto. Jamais!
* Luciano Spaletti, do Roma, completou sua décima terceira tentativa de vencer a Série A. Todas sem sucesso.
* Alex Fergusson é a grande exceção na lista, acumulando incríveis 24 participações, sempre pelo Man.Utd., com 11 títulos nacionais. Ganhou muito! Mas um detalhe: para levantar a primeira Premiership de sua carreira como treinador principal, Sir Fergusson encarou sete anos seguidos de derrotas, tendo inclusive amargado duas vezes a décima primeira colocaçao e uma vez a pífia décima terceira colocação no campeonato inglês.
Aí eu te pergunto: vc acha que algum treinador no Brasil passaria sete anos no cargo sem vencer? Aguentaria, depois de cinco temporadas no cargo, ficar com a décima terceira colocação? Duvido.
Detalhe: lá eles nem têm os campeonatos estaduais “me-engana-que-eu-gosto” para ganhar um titulozinho de vez em quando e melhorar o astral.
Olhando este breve histórico dos “professores” acima - provavelmente os mais prestigiados e bem pagos do planeta - eu te pergunto: eles teriam a mesma estabilidade aqui nos nossos clubes, com os nossos cartolas (sempre apoiados por suas claques - remuneradas - em diversas torcidas organizadas)? Claro que não.
Isso não chega a ser novidade, mas quando me deparo com dados como os acima expostos, ainda fico chocado.